Camisa 10 da Seleção é uma das destaques da Amarelinha na competição
A atacante Kerolin exaltou a qualidade do Canadá, rival na noite deste sábado (18) na partida decisiva para conhecer o campeão do FIFA Series, em entrevista coletiva concedida no CT Manoel Dresch, em Cuiabá, nesta sexta-feira (17), véspera do duelo na Arena Pantanal.
Para a camisa 10 da Amarelinha, o Brasil deve reconhecer a força da seleção adversária, mas ter a consciência de que tem feito um bom torneio, com 11 gols em dois jogos, e confiar tanto no talento de suas jogadoras quanto na diferença que as atletas que começarem no banco podem fazer com as substituições.
“Temos que ter tranquilidade e saber que estamos treinando e jogando muito bem. O Canadá é uma seleção de muito respeito, com atletas muito fortes, e temos que focar no nosso trabalho, estamos com muita confiança depois de 11 gols em dois jogos. É chegar na partida e jogar futebol com alegria, responsabilidade e ir para cima porque temos muito talento. Serão 11 trocas, então o Arthur vai usar todo mundo, e quem entrar pode mudar o jogo e ajudar a Seleção.”
Nas goleadas sobre Coreia do Sul por 5 a 1 e Zâmbia por 6 a 1, a paulista de Bauru entrou no segundo tempo de ambos os confrontos, mas o reduzido tempo em comparação às titulares não impactou em suas atuações. Diante das sul-coreanas, anotou um gol e deu duas assistências e, contra as zambianas, contribuiu com mais uma bola na rede.
Kerolin sorri durante treino da Seleção Feminina para o FIFA Series, no CT do CuiabáCréditos: Lívia Villas Boas/CBF
Evolução nesta Data FIFA
Na primeira convocação deste ano, o Brasil venceu a Costa Rica (5 a 2) e sofreu derrotas para Venezuela (2 a 1) e México (1 a 0), resultados que já foram superados nesta Data FIFA, com vitórias convincentes e desempenho em campo que tem agradado ao técnico Arthur Elias. Segundo Kerolin, os jogos no FIFA Series mostraram uma Seleção com “mais intensidade” e “mais ligada” na partida.
“Como um processo natural, tivemos os altos e baixos, a nossa primeira convocação neste ano, por exemplo, não foi das melhores, mas com certeza a gente veio para este torneio com muito mais intensidade e mais ligado no que precisa fazer, principalmente dentro de casa. O Brasil vem numa evolução muito grande, os jogos mostraram isso, mas ainda temos muito a melhorar. Estamos num processo muito positivo.”
Kerolin tira fotos com torcedores da Seleção após goleada sobre a Zâmbia, pelo FIFA Series, na Arena PantanalCréditos: Lívia Villas Boas/CBF
Camisa 10 da Seleção
Com 58 jogos pela Amarelinha, 15 gols marcados, a convocação para a Copa do Mundo de 2023 no currículo e o título das edições de 2022 e 2025 da Copa América, Kerolin, que se tornou uma das referências da Seleção, frisou que acredita ainda ter muito a evoluir e comentou a responsabilidade de vestir a camisa 10 do Brasil.
“Tenho 26 anos e posso me desenvolver muito mais dentro de campo, ser mais incisiva e ajudar mais a equipe de várias maneiras. Acho que estou num caminho muito bom, muito positivo e muito focada, só que tenho que fazer dentro e fora de campo. (…) Quero com muita leveza e tranquilidade honrar, sim, a camisa 10 da Marta e fazer uma história individual e coletivamente.”
Kerolin veste a camisa da Seleção durante a disputa do FIFA SeriesCréditos: Lívia Villas Boas/CBF
Fonte: Assessoria CBF
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