Flávio Thompson

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Avanços históricos e números sem precedentes marcam os últimos quatro anos na economia brasileira

Sec. Especial de Comunicação Social Gov. Brasil

Governo Central registra primeiro superávit
em oito anos e inflação projetada abaixo de vários países
desenvolvidos

Primeiro superávit do Governo Central nos últimos oito anos e inflação
projetada para 2022 abaixo da prevista em diversos países desenvolvidos.
Recordes sucessivos na geração de empregos, com criação de mais de seis
milhões de novas vagas formais desde julho de 2020. Abertura sem precedente de
novos mercados para produtos agropecuários brasileiros.

Esses são alguns dos resultados singulares alcançados pelo atual governo na
área econômica. O balanço dos últimos quatro anos é marcado por avanços
históricos e números sem precedentes em diversas áreas. Entre
os anos de 2019 e 2022, foram leiloadas/concedidas 174 iniciativas que envolvem
expectativas de investimentos de mais de R$ 922,3 bilhões nas mais diversas
áreas da infraestrutura e R$ 179,1 bilhões em bônus e outorgas, com
participação de
empresas e investidores estrangeiros.

No final de novembro, o Ministério da Economia ampliou a projeção de
superávit primário do Governo Central em 2022 para R$ 23,36 bilhões. O
número representa 0,24% do
Produto Interno Bruto (PIB) e significa melhora da situação fiscal de R$
9,81 bilhões em comparação à avaliação do bimestre anterior, que apontava
superávit primário de R$ 13,54 bilhões. Segundo o Ministério da Economia,
será o primeiro
superávit do Governo Central nos últimos oito anos.

Apesar dos efeitos ainda presentes da pandemia e, mais recentemente, da guerra
em curso na Europa, os reflexos das medidas e ações econômicas tomadas nos
últimos quatro anos tiveram impacto direto na inflação, que ficou
abaixo do índice de diversos países desenvolvidos. O Brasil projeta uma
inflação de 5,8% para 2022, conforme o Boletim Focus do Banco Central, de 9/12
A título de comparação, a França prevê 6,5% e os números do Canadá
(7,1%), Estados Unidos
(7,5%), Alemanha (10%) e Reino Unido (10,4%) demonstram como o país soube
controlar o problema.

No campo das privatizações e concessões, apenas nos setores de petróleo e
gás, os leilões realizados resultaram em mais de R$ 626 bilhões de
investimento total estimado para as licitações do excedente da cessão
onerosa e o investimento exploratório mínimo nas demais rodadas de
licitação.

Soma-se a isso, os leilões da energia elétrica — geração e transmissão –,
com investimentos da ordem de R$ 60 bilhões e a geração de 240 mil
empregos. Apenas no setor energético, o Brasil recebeu, entre 2019 e
2021, R$ 186 bilhões de investimentos estrangeiros. Com as privatizações,
foram arrecadados mais de R$ 304 bilhões desde 2019, incluindo as outorgas da
Eletrobras e Codesa.

É importante lembrar que avanços na economia de um país não se fazem apenas
por meio de investimentos ou disponibilização de recursos. No campo
estrutural, cerca de 40 reformas cruciais foram implantadas desde 2019 e
modernizaram o setor, contribuindo para o fortalecimento de toda a cadeia
produtiva, além de garantir avanços socioestruturais, com impacto direto da
vida da população.

Nesse sentido, destacam-se o surgimento do revolucionário sistema PIX, a
Reforma da Previdência, a Lei da Liberdade Econômica, o Novo FGTS, o Novo
Marco do Saneamento Básico, a Nova Lei de Licitações, Lei de Ambiente de
Negócios, o Marco Legal das Startups, a alteração da Lei de Propriedade
Industrial, a Lei das Ferrovias e a desoneração do ICMS em setores como
energia, combustível, telecomunicação e transporte urbano, como destaques de
medidas da atual gestão
federal.

Geração de empregos e fortalecimento do Agronegócio

Outro destaque se dá na geração de empregos. Entre julho de 2020 e outubro de
2022 — período de retomada do emprego formal — foram criados mais de 6,3
milhões de postos formais de trabalho em todas as 27 Unidades da
Federação (conforme o Caged). Com isso, o país se aproxima da marca de 43
milhões de postos formais registrados, quebrando, desta forma, mais um recorde
histórico.

Potência no setor agropecuário, o Brasil viu o Plano Safra, que destina todos
os anos recursos para custeio e investimento no setor, bater recorde, com R$
340,9 bilhões disponibilizados para a safra 2022/2023. O valor
reflete um aumento de 36% em relação à edição anterior.

Com mais apoio para o setor, o país deverá atingir o recorde de 312,2
milhões de toneladas na safra 2022/2023. Nesse sentido, a abertura de mais de
230 novos mercados em 54 países para produtos agropecuários
brasileiros, obtida nos últimos quatro anos, contribui para reforçar a
posição do país como um dos maiores produtores e exportadores do planeta.
Para além da agropecuária, 194 projetos foram abertos pelo BNDES em diversos
setores, com investimentos
de R$ 467 bilhões.

“Este governo é um exemplo de consistência entre responsabilidade fiscal e
responsabilidade social. Colocamos o Brasil no caminho da prosperidade.
Comparado ao período anterior, no qual não houve Covid e guerra
geopolítica, o desempenho da economia foi melhor conosco do que antes”,
conclui o ministro Paulo Guedes.
Secretaria Especial de Comunicação Social

Fonte: imprensa.secom@mcom.gov.br


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