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Márcia Fellipe é processada por empresário e perde nome artístico na Justiça: “Saiu no prejuízo”

Movimento Country

A cantora Márcia Fellipe, também conhecida como “A Fenomenal“, é renomada na cena do forró com parcerias de sucesso, incluindo Wesley Safadão e Gusttavo Lima, enfrenta uma batalha judicial que resultou na perda do direito de usar seu próprio nome artístico. A disputa envolve o ex-empresário Tuta Sancho, que alega que o nome “Márcia Fellipe” é uma marca registrada.

Segundo Tuta Sancho, o nome “Márcia Fellipe” é uma marca, pois a cantora foi batizada como Márcia Rachel da Silva Ribeiro. No Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), consta que 50% do nome pertence à cantora e os outros 50% a Tuta. O ex-empresário busca receber metade de todos os ganhos que Marcia Fellipe obtiver com o uso do nome.

A cantora expressou sua frustração, relatando a sensação de impotência, raiva e tristeza diante da situação. Ela afirma que não tinha um contrato de exclusividade com Tuta Sancho e que a confusão começou durante a pandemia, quando os shows foram drasticamente reduzidos.

Desde setembro do ano passado, a justiça determinou que Marcia Fellipe deixasse de usar o nome completo. Atualmente, ela assina apenas como “Márcia”. Mesmo após adicionar “Fellipe” ao registro civil no início deste ano, a mudança pode não ser suficiente para alterar o nome artístico.

Marcia Fellipe ressalta que utiliza o nome “Fellipe” desde antes da parceria com o ex-empresário e que essa adição foi em homenagem ao seu filho mais velho. A cantora enfatiza sua identidade e lamenta a situação, mencionando que, em tempos prósperos, todos estavam juntos, mas na pandemia, a parceria desfez-se.

A defesa de Tuta Sancho alega que ele investiu financeiramente na carreira de Marcia Fellipe, contribuindo para DVDs, ônibus e outros aspectos. O advogado do empresário afirma que, em determinado momento, ele saiu no prejuízo.

A disputa continua judicialmente e, em um desabafo sincero, a cantora destacou que confia na verdade da Justiça.

Outro cantor sertanejo também enfrenta batalha judicial

Famoso pelo sucesso “Oi“, um dos mais tocados no ano de 2017, Léo Magalhães não é dono dos maiores hits da música sertaneja na atualidade, mas ostenta uma agenda de shows bastante confortável. No entanto, segundo informações do g1, a compra recente de uma Ferrari tem gerado bastante dor de cabeça para o astro.

Isso porque a Justiça está obrigando o cantor sertanejo a pagar pela Ferrari, adquirida em Goiânia pelo valor de R$ 511 mil. A loja responsável pela venda tentou receber o valor de Léo Magalhães diversas vezes por meio de cobranças, mas ao se deparar com o calote resolveu entrar na Justiça para reaver o valor do veículo.

Dessa forma, a Justiça determinou no dia 20 de novembro que as plataformas de streaming que hospedam músicas de Léo Magalhães informem os valores de direitos autorais disponíveis para o sertanejo. Dessa forma, eles seriam repassados para a loja a fim de debitar a dívida.

As plataformas tinham o prazo e 15 dias para informar os rendimentos do cantor, e ele mais 15 dias para se manifestar sobre a decisão, inclusive pedindo recurso. No entanto, até o momento, Léo Magalhães se absteve de comentar o assunto.

Fonte: www.movimentocountry.com


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