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Seleção Brasileira levantou taça do inédito Penta há 21 anos

CBF

Nesta sexta-feira (30), a Seleção Brasileira comemora 21 anos da conquista do inédito pentacampeonato mundial. Em 30 de junho de 2002, Ronaldo Fenômeno marcou os dois gols do Brasil na vitória por 2 a 0 sobre a Alemanha, na final disputada no estádio Internacional de Yokohama, no Japão.

A CBF parabeniza todos os atletas e integrantes da delegação brasileira que participaram da conquista histórica na Ásia em 2002.

“É uma honra poder homenagear esses gigantes do futebol mundial. É sempre importante reverenciar os nossos ídolos e nossas conquistas. A campanha invicta da Seleção na conquista do inédito penta foi a prova da força do futebol brasileiro. Parabéns mais um vez a cada atleta e integrantes da delegação pelo trabalho exemplar”, afirmou o Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, que acompanhou todo o Mundial com a delegação brasileira. Na época, ele era presidente da Federação Bahiana de Futebol.

A trajetória da Canarinho na Copa do Mundo teve início na campanha perfeita da fase de grupos, com as três vitórias contra Turquia, China e Costa Rica. Todos os jogos disputados na Coréia do Sul. Onze gols foi o desempenho ofensivo do Brasil, que veio a enfrentar a Bélgica nas oitavas de final.

Nas oitavas, a Seleção Brasileira teve um dos confrontos mais difíceis da campanha vitoriosa. No seu primeiro jogo no Japão, o Brasil venceu os belgas, por 2 a 0, com gols de Ronaldo e Rivaldo, e seguiu na competição. A Inglaterra foi a próxima adversária e foi superada pela equipe de Luiz Felipe Scolari, o Felipão. Bola de Ouro da FIFA de 2001, Michael Owen abriu o placar para os ingleses, igualado por Rivaldo em linda jogada de contra-ataque. Em cobrança de falta, Ronaldinho Gaúcho criou a eterna dúvida se chutou a gol ou cruzou para a área na virada do Brasil.

O Mundial chegava próximo do final e seleções fortes foram eliminados, caso da Itália – nas quartas de final, perdeu para a Coréia do Sul – e Espanha – superada também pela Coréia do Sul, nos pênaltis.

Na semifinal, o Brasil reencontrou a Turquia e a dificuldade se manteve a mesma. Foi necessário o bico da chuteira de Ronaldo para colocar a bola no fundo das redes e levar a Canarinho à sétima final de sua história, a terceira consecutiva. Do outro lado da chave, a Alemanha venceu a Coréia do Sul, anfitriã e uma das sensações da Copa. E assim se definiu a final entre o tetracampeão Brasil e a tricampeã Alemanha.

A partida estava marcada para começar às 20 horas (horário local) e, antes do apito inicial, foi quebrado o protocolo inicial do jogo. Vampeta se meteu na foto dos 11 titulares e foi seguido pelo restante dos jogadores. A imagem entrou para a história e mostrou a união do grupo brasileiro em busca de um só objetivo: a conquista do pentacampeonato.

A Seleção foi a campo com o inesquecível time formado por Marcos, no gol, e a zaga composta por três zagueiros: Lúcio, Edmílson e Roque Júnior. Nas laterais, uma das maiores duplas de todos os tempos, com Roberto Carlos e o capitão, Cafu. No meio de campo, Gilberto Silva e Kléberson eram os responsáveis por dar a sustentação defensiva e ofensiva para que o ataque brasileiro brilhasse. Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Ronaldo Fenômeno foram responsáveis por 15 dos 18 gols do Brasil no Mundial.

Se vencesse, a Alemanha chegaria à quarta conquista e igualaria o Brasil em número de títulos.

Toda a equipe brasileira foi exigida na decisão, como, por exemplo, o goleiro Marcos, que fez grandes intervenções ao longo do jogo, incluindo uma defesa em cobrança de falta de Neuville. Do lado alemão, superar o goleiro Oliver Kahn, eleito o melhor jogador da Copa, não seria tarefa fácil para os atacantes.

Mas o camisa 9 não seria parado. Aproveitando rebote do arqueiro alemão em chute de Rivaldo, Fenômeno abriu o placar na final para o Brasil, aos 67 minutos do segundo tempo. Aos 79 minutos, com sua categoria característica, Ronaldo arrematou no canto e definiu o título para o Brasil. O tento foi o oitavo do goleador na Copa do Mundo e garantiu o prêmio de artilheiro ao atacante.

No estádio de Yokohama, o Brasil chegava pela quinta vez ao topo do futebol mundial, o maior campeão da história, honraria que se mantém até hoje.

Junho é um mês especial para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que sempre reverência as Seleções campeãs mundiais, como fez com as gerações da Copa de 58 e da Copa de 70. Por isso, a CBF agradece aos 23 atletas pentacampeões da Copa do Mundo de 2002.

GOLEIROS

Marcos – Palmeiras

Dida – Corinthians

Rogério Ceni – São Paulo

DEFENSORES

Cafú – Roma (ITA)

Lúcio – Bayer Leverkusen (ALE)

Edmílson – Lyon (FRA)

Roberto Carlos – Real Madrid (ESP)

Roque Júnior – Milan (ITA)

Júnior – Parma (ITA)

Belletti – São Paulo

Anderson Polga – Grêmio

MEIO-CAMPISTAS

Gilberto Silva – Atlético Mineiro

Kléberson – Atlhletico Paranaense

Juninho Paulista – Flamengo

Vampeta – Corinthians

Kaká – São Paulo

Ricardinho – Corinthians

ATACANTES

Ronaldo – Inter de Milão (ITA)

Rivaldo – Barcelona (ESP)

Ronaldinho Gaúcho – PSG (FRA)

Denílson – Real Betis (ESP)

Luizão – Grêmio

Edilson – Cruzeiro

Fonte: CBF



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