Filipe Gimenes de Freitas

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O QUE FEZ JESUS DIANTE DA INVEJA E DO CIÚME?

Filipe Gimenes de Freitas

Há na sabedoria popular uma ideia de que não devemos revelar para os outros algo muito especial que nos aconteceu e nem situações importantes que estão na iminência de ocorrer.
Mas será que isso é uma crendice sem fundamento? Será que o Cristo também pensava da mesma forma? Pois há quem defenda que o que está “escrito nas estrelas” jamais poderá ser apagado.
No entanto, há seis* passagens bíblicas em que Jesus pede para os agraciados não revelarem a ninguém a cura recebida. Além disso, houve na transfiguração do Cristo (Mateus 17:1-9) a recomendação para que Pedro, Tiago e João não contassem a ninguém o que viram até Ele ressuscitar dos mortos.
Portanto, até o Cristo adotou uma postura de sigilo em alguns casos porque sabia que muitos criariam dificuldades antes da hora e poderiam utilizar para o mal o que lhes foi revelado.
Assim, há situações especiais que cada um de nós deve guardar apenas para si, pois a inveja e o ciúme fazem parte das posturas mundanas, uma vez que o egoísmo é a raiz dos males da Terra e a força motriz desses dois sentimentos.
Por isso, as lições na casa das irmãs Marta e Maria são esclarecedoras, pois Marta cuidava dos afazeres enquanto Maria ficava aos pés de Jesus ouvindo Suas palavras e Marta, com ciúmes, questiona: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe, pois, que me ajude. E, respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (Lucas 10:40-42)
Portanto, vemos que esse mesmo Jesus que reconhece que a melhor parte não nos será tirada também adota, sabiamente, a discrição como cautela necessária ao mal que existe no mundo.
Então, será que vale a pena compartilharmos tudo o que nos importa?
*6 passagens do Cristo que pede sigilo:
a cura de um leproso (Mateus 8:4);
várias curas entre aqueles que O seguiam (Mateus 12:16);
a cura de dois cegos (Mateus 9:30);
a ressurreição da filha de Jairo (Marcos 5:43);
a cura de um surdo e gago (Marcos 7:36) e a cura de um cego em Betsaida (Marcos 8:26).

Fonte: Filipe Gimenes de Freitas



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